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Mensagem por Admin em Qua 17 Jun 2015, 17:48

Fontes: http://forumchaves.com.br/portal/


RUBÉN AGUIRRE, O PROFESSOR GIRAFALES, É INTERNADO NO MÉXICO POR CÁLCULOS NA VESÍCULA

O ator Rubén Aguirre foi internado esta terça-feira em um hospital de Puerto Vallarta, no México, após ser diagnosticado com cálculos na vesícula. A informação é de sua filha Veronica Aguirre.

Após vários exames, os resultados confirmaram que Rubén, de 81 anos, tem cálculos na vesícula, que se somam à diabetes e aos problemas de coluna que sofre como sequela de um acidente de automóvel, em 2007.

Veronica relatou que o intérprete do Professor Girafales foi levado em urgência ao hospital, após se queixar de fortes dores nas costas. “No começo não queriam interná-lo, por uma dívida que a Associação Nacional de Atores (ANDA) não cobriu, mas a família interveio e ele foi internado”, afirmou.

Ela disse que ontem seu pai permaneceu inconsciente e que não pode falar com ele. Veronica disse que esta quarta seu pai seguirá sob observação médica e que não há previsão de quando terá alta do hospital. “Nos preocupa muito essa doença, pois as dores são muito fortes”.

A filha de Aguirre mencionou que outra das preocupações que tem é que continuam à espera de um delegado da ANDA para que os apoie nesses momentos em que o pai está internado.










RUBÉN AGUIRRE, O PROFESSOR GIRAFALES, DENUNCIA DESCASO DE ASSOCIAÇÃO DE ATORES POR SUA SAÚDE

Rubén afirmou que quis que a opinião pública soubesse do “desinteresse de meu sindicato, a ANDA, em cumprir com suas obrigações comigo e com minha esposa” em “prestar uma atenção médica digna, a qual teremos direito”.

Aguirre pediu a ajuda do Presidente da Junta de Conciliação e Arbitragem do Bloco Latinoamericano de Atores (BLADA) e organizações de direitos humanos para “cumprir esse direito”.

“Apelo à consciência de algum defensor social que me apoie em minha luta para fazer valter esse direito fundamental”, concluiu.

Confira a carta completa:

“E agora… Quem poderá me defender?”

Como muitos de vocês sabem, nos últimos tempos meu estado de saúde e de minha se debilitaram. Há dez anos vivemos em Puerto Vallarta por estrita prescrição médica.

É meu desejo fazer a opinião pública conhecer o desinteresse de meu sindicato, a ANDA, em cumprir suas obrigações comigo e com minha esposa; no caso, prestar efetivamente uma atenção médica digna, há qual temos direito depois de ter cumprido como associado com minhas cotas e demais obrigações.

Por outro lado, solicito a ajuda do Presidente da Junta de Conciliação e Arbitragem do Bloco Latinoamericano de Atores (BLADA) e de organizações independentes de direitos humanos, em matéria de trabalho e de saúde para fazer cumprir esse direito.

Que ironia: teria que estar recorrendo ao meu sindicato para que defenda e reivindique meus direitos como trabalhador e, no entando, é meu sindicato que não me dá voltas, que assume sempre um discurso demagógico e me põe travas burocráticas, que me obrigou a buscar alternativas para minha atenção médica. É claro: trata-se de não cumprir.

Sei que não é só meu caso: quantos dos meus companheiros renunciam, por cansaço, a dar voltas inúteis, a buscar a quem deveriam dar a cara que, casualmente, em cada ocasião não estão disponíveis.

E enquanto um tiver forças e recursos para resolver sua situação, o faz. Ademais, porque em questões de saúde, simplesmente não cabe a espera.

Pois minhas forças se acabaram. Tenho lutado há dez anos por esse direito, porque há dez anos o necessito.

Dei voltas e voltas, escrevi centenas de cartas aos responsáveis da Previdência Social do México e de Guadalajara, falei pessoalmente e por telefone com diretores, secretários, advogados e demais funcionários da ANDA e nada. Tenho 82 anos e, repito, tenho sérios problemas de saúde.

Sirva essa carta aberta para fazer responsável a Associação Nacional de Actores do detrimento da minha saúde e da minha esposa, e das consequências que essa desatenção derivem.

Lamento profundamente não ver o fim dessa história dos sindicatos do México, reflexo da cultura da fraude e da imoralidade.

Apelo, uma vez mais, à consciência de algum defensor social que me apoie em minha luta para fazer valer esse direito elementar.

Rubén Aguirre










ESCULTURAS DE CHAVES E CHAPOLIN CAUSAM POLÊMICA NA ARGENTINA

A inauguração de estátuas dos personagens de Chaves e Chapolin, na última sexta-feira (29), em Pilar, na Argentina, gerara reações diversas entre os moradores da cidade, localizada a 50 quilômetros de Buenos Aires.

Alguns chamaram a escolha de “insólita”, enquanto outros disseram ser “original”. Houve quem repetisse algumas das frases clássicas do Chapolin, como “meus movimentos estão friamente calculados”, referindo que a escolha desses personagens pelo prefeito não deve ter sido por acaso.

O prefeito Diego Bechis disse que a obra foi feita a pedido de alunos do primeiro grau de uma escola local. “Nos pareceu uma linda maneira de embelezar a cidade”, afirmou.

Para alguns, “é absurdo gastar dinheiro em uma estátua que não tem nenhuma vinculação com essa cidade”, ainda que reconheçam que sua influência marcou várias gerações. Muitos qualificaram de “desnecessária” e outros, especialmente as crianças, opinaram que foi “uma boa ideia”.

Entre seus detratores, o gasto nas esculturas foi o que mais incomodou. Segundo o Decreto Municipal, a obra custou 180 mil pesos (R$ 63.576,00).

As obras foram realizadas pelo artista Adrián Dellorto, que expressou que foi um dos trabalhos mais “curiosos” que já fez. Disse que não lhe chamou a atenção a encomenda, já que desde a morte de Roberto Gómez Bolaños, em novembro passado, foram feitas diversas homenagens por toda a América Latina.

A cidade Pilar conta com uma praça com várias estátuas de desenhos animados de Walt Disney, que também geraram controvérsia. Além disso, na praça central da cidade, reinaugurada há poucos meses, o mesmo artista realizou quatro obras, em homenagem ao imigrante, ao índio, ao médico e ao padre Brochero. Nos oito anos à frente da prefeitura, Bechis inaugurou 20 esculturas.










CHAPOLIN SAI DO AR NO BOOMERANG EM JUNHO

O Boomerang vem com mais uma mudança nas séries CH durante o mês de junho. O Chapolin sairá do ar no canal.

A série, que vinha sendo exibida somente às terças e quintas, deixará de ser transmitida pelo canal. No horário, Chaves volta a ter exibições todos os dias às 15h com reprise à 0h.

Chaves em Desenho permanece na programação após o Chaves, todos os dias às 15h20, com reprise à 0h20.

O Boomerang está disponível nas operadoras Sky, NET, Claro TV, GVT TV, Oi TV e Vivo TV.










ANTES DE SER GIRAFALES, RUBÉN AGUIRRE ERA UM “MAIS UM EXECUTIVO NA TELEVISA”

Havia uma vez um engenheiro agrônomo que era um executivo de um canal de televisão e um dia, recebeu uma proposta de Roberto Gómez Bolaños, que a levou a se tornar o Professor Girafales.

Rubén Aguirre conversou com a MDZ Radio, da Argentina, durante o programa Tormenta de Ideas, sobre a que disse ser uma etapas mais felizes de sua vida, quando fez parte do elenco de Chaves.

Como vê o tempo em que foi feito o Chaves?
Foi um tempo muito próspero, bonito, alegre, com companheiros muito bons. Passei muito bem e foi a última coisa que fiz.

Como foi conhecer Chespirito sendo você o chefe?
Eu era mais um executivo da Televisa, encarregado de receber as propostas de novos programas. Quando uma história me parecia viável, bonita e boa, a apresentava aos meus chefes e às vezes havia uma uma espécie de filtro.

Imaginava no que se tornaria essa proposta?
Não começamos com o Chaves, a primeira ideia foi de um programa que se chamava El Ciudadano e quando decidi que ele mesmo [Chespirito] faria, se chamou El Ciudadano Gómez. Depois fizemos Chespirotadas, não foi grande coisa, mas teve êxito no México. Logo fizemos Os Supergênios da Mesa Quadrada e depois vieram Chapolin e Chaves, que transcenderam a outros países.

Como começou a trabalhar com Chespirito?
Eu conheci Chespirito alguns anos antes do Chaves. Em Supergênios eu já era o Professor Girafales, éramos quatro que debatíamos assuntos da atualidade, mas quando fez o Chaves, me disse: “agora quero que volte a fazer [Girafales], mas agora com crianças”. Tornamos ele mais amável, sem deixar de ser sempre exigente com o que eu pedia aos alunos. Para humanizar a coisa e dar-lhe uma aparência distinta, estabeleceu-se o romance com Dona Florinda. Isso nos fez mais queridos, tanto a ela como a mim.

Você se baseou em algum professor da infância para criar o Professor Girafales?
Claro, a frase do “ta, ta, ta” eu copiei de Wenceslao Rodríguez, um professor que tive no secundário. Nunca mais o vi, já deveria estar morto quando comecei o programa. Eu tinha 13 ou 14 anos quando ele nos dava aula, hoje tenho 80 e o Girafales eu fiz com 34.

No Chaves, tudo estava no roteiro?
Tudo estava friamente calculado. Quando alguém tinha alguma ideia, comentávamos a Bolaños. Se ele gostava, ensaiávamos primeiro, mas nunca improvisávamos. No México chamamos de morcilla (a improvisação) e estão totalmente proibidas as morcillas.

Todos os personagens que Chespirito criou são anti-heróis. Havia uma ideologia por trás disso?
Havia talento e muita bondade em seu modo de ser, sempre foi um bom homem.

Por que alguns protagonistas brigaram com Chespirito?
O motivo principal foi a ambição. “Eu sou maior que você” ou “devo ganhar mais”, o que ocorre sempre nesse tipo de grupos. A Carlos Villagrán ofereceram um contrato fabuloso na Venezuela, e era lógico que deixaria o programa.

No que Horácio Gómez, o Godinez, colaborava?
Era o irmão de Chespirito, era o administrador, fazia esse pequeno papel, mas na realidade manejava todos os assuntos financeiros do grupo.

Godinez era fanático por futebol?
Sim, e Roberto também, deixava qualquer coisa para ver seu time, o América.

E você?
Eu não gosto de futebol, não gosto muito. Quando criança, como cresci no norte, joguei muito beisebol. Me choca como dão cotoveladas no nariz de um jogador e depois levantam as mãos como dizendo “eu não fui”. Mete um gol e se agarram as nádegas, quisera ver um goleiro que leva um gol e que dê a mão ao jogador e diga “que bárbaro, que belo gol”.

Como era sua relação com os atores, além dos personagens?
Éramos uma família. Ramón Valdés era tão engraçado no programa como fora dele, sempre tinha piadas muito agradáveis para contar, era um bom companheiro.









EDGAR VIVAR DIZ QUE O SENHOR BARRIGA LHE TROUXE ALEGRIAS E LIMITAÇÕES

Em entrevista ao jornal La Republica, do Peru, o ator Edgar Vivar disse que o Senhor Barriga lhe deu muitas satisfações, mas também limitações.

“O Senhor Barriga me encheu de alegrias, mas também foi muito limitante. Tive que lidar toda a vida com esse personagem e tratar de convencer o público de que posso fazer outras coisas.

A poucos dias de completar seis meses da partida de Roberto Gómez Bolaños, Vivar confessou que a morte de seu amigo ainda lhe afeta. “Não tem sido fácil, eu tinha um afeto especial por Roberto. O luto sempre existe, mas fica a recordação e a grande fortuna de ter me despedido dele. Isso me deixa em paz”.









MARIA ANTONIETA DE LAS NIEVES DIZ QUE NÃO TEM MEDO DA MORTE

Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, revelou ao site da revista TVyNovelas que, depois da partida de Roberto Gómez Bolaños, não teme a morte. Aos 64 anos de idade, diz como e onde deseja que seus restos sejam levados.

Maria Antonieta, já pensou no dia que vamos ter que lhe dizer adeus?
Onde que que eu me vá – e algum dia isso vai chegar – quero ser cremada e, claro, que me levem ao México, e lá cantem para mim todas as do mariachi, menos México Lindo y Querido.

E por que não essa melodia?
Porque não quero morrer fora do México. Aonde quer que eu vá, me dizem que eu sou México, então que belo. Imagine que cada vez que dizem México, lhes vêm à mente a tequila, o Chaves, a Chiquinha… Eu levo muito o México comigo, sou México e nunca morrerei longe de meu país.

Então já pensou nesse dia?
Claro! E a mim não me dá medo, temo sofrer… O que sei é que eu quero estar sempre agarrada à mão de meu marido e oxalá aí fiquemos os dois juntinhos.

Tem medo de algo?
Me dá muito medo que ele se vá primeiro, ou que eu vá primeiro… Temos quase 44 anos de casados e posso dizer que nos adoramos com toda alma. Eu queria que se meu marido for primeiro, que o deixem no escritório de meu quarto, já tenho o lugar exato. Ele me disse: ‘e se seus filhos não gostarem que eu esteja ali?’, mas lhe respondi: ‘não vou dar a mínima se gostam ou não, eu te quero ali para mim’.

E o que opina seu marido, Gabriel Fernández, de guardar suas cinzas se você se for primeiro?
Ele me disse: “E a você não importaria que não tivesse seus restos no quarto comigo?” e lhe respondi: “Não, não me importa o que você queira fazer comigo, é sua decisão”. Mas isso sim, quando eu morrer, que misturem nossas cinzas, façam um mix e depois coloquem onde quiserem, ainda que eu prefira no mar, em Acapulco.

Já tem detalhes de como quer que espalhem suas cinzas no mar?
Si, já tenho onde. É um lugar chamado Caletilla. Ali vou sempre à beira do mar e paro sobre uma pedra para dar de comer aos meus peixinhos. Então queria que minhas cinzas fossem a comida de meus peixes, porque quando não esteja mais aqui, ninguém lhes dará de comer.










EDGAR VIVAR: “ME DESPEDI DE MEUS PERSONAGENS DA VIZINHANÇA”

O ator Edgar Vivar, reconhecido por seus personagens Nhonho, Botijão e Senhor Barriga, volta a Lima, no Peru, para fazer teatro, mas esclarece que não tem interesse em recriar os personagens de Chespirito.

Você está de volta ao Peru em 28 de maio para estrelar a obra “En el parque” com Ricky Tosso.
Sim, trata-se de dois velhos simpáticos, um quase cego e outro com Alzheimer… Ricky Tosso escolheu bem a obra. A mim me toca interpretar o ancião míope que compartilha o banco de um parque com outro que se torna seu amigo.

O que significa o Peru em sua carreira?
Muitas coisas… Foi a porta de entrada da América do Sul para o Chaves. Também significa regressar à minha casa, por isso não pensei duas vezes quando Ricky me propôs a obra. Por isso, já que não quis seguir fazendo o Nhonho, por respeito ao público e a mim mesmo.

Mas seus companheiros Maria Antonieta de las Nieves e Carlos Villagrán seguem com seus personagens.
Está bem, é uma decisão pessoal, a respeito. Eles segue fazendo, eu não. Eu fiz uma turnê de despedida há mais de 12 anos com meus personagens e foi emocionante. Preferi sair de minha zona de conforto e fazer outras coisas.

O que significou Chespirito em sua carreira de atuação?
Não poderia entender minha vocação de ator sem ele. Posso dizer que foi o melhor escritor de televisão em língua espanhola que me criou três personagens.

Acredita que as rixas entre os atores de Chaves mancharam a imagem da vizinhança?
Deteriorar a imagem da vizinhança? Imagino que sim no consciente popular, porque a imagem de fora sempre foi harmônica, mas aí está a decisão dos envolvidos… Nossa amizade vai mais além disso.

Gostaria de um reencontro com eles?
Um reencontro profissional eu vejo pouco provável, mas seguimos nos vendo. Juntarmos os que estamos vivos, vejo difícil. Montar um show seria pouco provável e não seria uma boa decisão.

Pensa em se aposentar?
Penso que o público é quem aposenta e há que ter lucidez suficiente para se dar conta disso. Não é bom se prender às coisas. Não quis me prender a um personagem, trato de me diversificar. Antes de tudo sou um ator.









ROBERTO GÓMEZ FERNÁNDEZ DESCARTA FILME SOBRE CHESPIRITO

Roberto Gómez Fernández descartou a possibilidade de realizar em breve um filme sobre a vida de seu pai, o escritor Roberto Gómez Bolaños.

Em declarações à imprensa, o produtor sinalizou que a quase seis meses da morte de seu pai, tratam de recordá-lo com o carinho e amor que ele lhes dava. “Creio que isso ajuda muito nessa situação”.

Fernández confirmou que teve propostas para levar a vida de seu pai às telas do cinema. No entanto, considerou que ainda não é o momento de fazê-lo. “Tivemos uma proposta, mas não levamos à frente”.

“Creio que não é o momento de pensar nisso. Sei que sua vida é interessante, mas também teria que ver os aspectos que seria abordados e é complicado”, explicou o produtor de novelas como “Alma de Hierro” e “El Color de la Pasión”.

Gómez Fernández indicou que seria muito difícil. Além disso, teme que sua família não esteja de acordo, que o filme fique curto ou que não inclua tudo o que se deseja.

Ele reiterou que no momento não está pensando no filme. “Sei que o público agradeceria muito, mas terão que passar alguns anos”. Fernández afirmou que darão continuidade ao trabalho de Chespirito como escritor.



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